quarta-feira, 26 de novembro de 2014

AVALIE ANTES DE CASAR

Pessoas casam e descasam todos os dias, prova de que essa é uma decisão que precisa ser bem pensada. Casar vai muito além de fazer uma grande festa pra família, de comprar um cachorro ou de parcelar um apartamento juntos. Casar é deixar subentendido que você escolheu aquela pessoa no mundo, ao invés de todas as outras, pra caminhar de mãos dadas pela vida. Para te ajudar nesse momento tão importante, seguem algumas perguntas que a pessoa com quem você vai casar deve saber responder?

1. O que é preciso para o amor sobreviver?
O amor, para infelicidade dos românticos não dá conta de tudo, precisa de raízes na realidade cotidiana. Muitas pessoas ignoram o lado prático da relação e acabam tropeçando em coisas diárias, daquelas que enfraquecem a confiança do tipo “não esquece de passar na padaria?”. O amor sobrevive nas ações e não nas promessas.

2. Você está disposto a isso por quanto tempo?
Muitas pessoas não conseguem levar adiante nem uma tarefa de vinte minutos que dirá de um relacionamento de longo prazo. Se o sujeito não tem habilidade para levar algo sério na vida pessoal não será uma mágica amorosa que o fará desenvolver esse dom do dia para noite na noite de núpcias.

3. Como você reage quando está sobre pressão?
Você conhece uma pessoa quando ela está nunca situação pouco favorável. Na praia todo mundo é nobre, gentil e tranquilo, mas manter um estado de espírito resiliente é tarefa para poucos, nessa hora a pessoa se revela desonesta, saindo pelas tangentes e fingindo que não é com ela. Isso inclui pressões de casal.

4. O que negociável e inegociável para você.
A maior parte dos casais brigam por desconhecer quais são seus limites pessoais, negligenciam suas vontades próprias e na hora que são convocados é que vão descobrir que são completamente incompatíveis. Se temas mais delicados são inegociáveis, como ter filhos, morar fora do país, dividir despesas ou necessidade de espaço físico, devem ser conversados logo de cara.

5. O que você faria se descobrisse algo a meu respeito que contrariasse você?
O relacionamento amoroso é basicamente uma sequência de confrontos e dilemas de vontades internas com externas e nesses embates uma hora alguém sai contrariado. Há quem espane como uma porca froixa e há que sente para conversar e resolver a questão. Surto é coisa de criança.

6. Na última vez que esteve diante de dilema moral priorizou pensar em todos ou em você?
Não percebemos, mas costumamos superestimar nossa bondade achando que somos muito coletivistas e generosos, mas é importante fazer uma análise quase “estatística” das últimas escolhas morais que fizemos para checar se pensamos só no nosso umbigo.

7. Trata bem as pessoas íntimas?
Se a pessoa trata os íntimos com descaso, raiva e confusão pode ter quase certeza que reservará para seu pretendente o mesmo destino. O amor de casal não blinda ninguém do tipo de temperamento difícil manifestado entre os íntimos. Quando a pessoa passar para o círculo de confiança é quase certo que a bomba das relações mais antigas será transferida para a nova.

8. Como lida com o tédio?
Se uma pessoa não tem serenidade para lidar com repetições, tédio, previsibilidade e gosta de inventar confusão ou atividades compulsivamente provavelmente é uma boa candidata a se precipitar em dias de rotina de casal. É preciso suportar certa mesmice na vida para não achar que todo dia deve ser uma celebração eufórica.

9. Tem alguma ideia realista sobre o seu futuro?
Na hora de fazer planos futuros serão duas planilhas, agendas e sonhos que se alinharão. Achar que sem lenço e sem documento é possível agradar todo mundo pode ser uma ilusão. Sem extremos de planejamentos rígidos, mas sem vida louca demais.

10. Consegue colocar em xeque suas convicções sobre dinheiro, sexo e família?
Se alguém não é capaz de questionar a si mesmo em questões fundamentais que implicam o convívio do casal então isso é indício de queda de braço. Inflexibilidade mata mais relacionamentos do que falta de amor.

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